sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Canibal!
Canibal!
Comeu meu coração
Pra ver se assim eu paro de te amar
Mas só o que conseguiu sentir foi mais amor
E consumido foi pela dor de tanto se amar.
Canibal!!!!!!
Você me olha
E nem me toca pra me falar
Você pega e se enrosca
Nesse meu cobertor de azar
Você vai e vem
Nesse balanço louco
Você acha e esquece
Desse jeito que só você faz
Você fala as palavras
Nesse seu jeito de me explicar
Você me olha com olhos
Que me prendem em seu olhar

Me toque, se enrosque
Nessa dança de nós dois
E nesse balanço me fale do teu olhar

Me olha e nem toca
Me pega e se enrosca
Você vai e vem
E com esse seu jeito de falar
Só o que me resta é me perder nesse teu olhar.
Ao encontro

Minha mente vaga como folhas do outono
Minha mente vaga até você
Ela vai e volta sem fim.

Avise quando chegar
Ao menos ligue se não for vir
O mundo é vasto demais pra mim

Encontre comigo
E faça com que seja para sempre
Não diga as palavras se não me valerem de nada

Minha mente se perde, como as pérolas de um colar
Meus sonhos se perdem em partes de você

Encontre comigo
E faça com que seja para sempre
Não diga as palavras
Se não me valerem de nada
Minha mente vaga em partes de você.

Nós dois

Você, o que eu reencontrei;

Você, o que nunca significou nada;

Você, com quem nunca foi mais do que cinco palavras;

Você, quem eu descobri;

Você, quem abriu meus olhos;

Você, quem me trouxe lembranças;

Você, quem me fez pensar no futuro;

Você, o velho e o novo;

Você, o passado e o presente;

Você, o amor e o ódio;

Você, a tristeza e a felicidade;

Você, a doença e a cura;

Você, as palavras de meu poema;

Você, a letra e o rock;

Você, o hoje e o amanhã;

Você, o fã e o ídolo;

Você, o amor clichê que eu preciso.